A relação entre o ser humano e a água vai muito além da sobrevivência. Para algumas pessoas, ela representa liberdade, desafio, conexão com a natureza e superação. É exatamente assim que a fisioterapeuta Clarice Shiguemi Hashizume, de 56 anos, enxerga o mar, cenário do seu próximo grande desafio: a ultramaratona aquática Leme ao Pontal, no Rio de Janeiro.
Nascida em Santos e apaixonada pelo mar desde a infância, Clarice cresceu frequentando praias com a família e convivendo com tios nadadores em São Vicente, no litoral paulista. O primeiro contato com a natação aconteceu ainda criança, tanto pelo ambiente familiar quanto pela recomendação médica, já que ela tinha bronquite. Foi ali que começaram as primeiras travessias curtas, de 1 km e 1,5 km, até que o esporte se transformou em paixão.
Com o passar dos anos, vieram os estudos, a mudança para São Paulo e a carreira profissional no INCOR. Mas a água nunca saiu da rotina. Aos poucos, Clarice voltou às piscinas, retomou os treinos com amigos e passou novamente a participar de travessias no litoral paulista. As distâncias aumentaram: 2,5 km, 5 km, 10 km, 20 km… até surgir a vontade de encarar algo ainda maior.

Foi então que nasceu o projeto de atravessar os 36 km da tradicional prova Leme ao Pontal, considerada uma das ultramaratonas aquáticas mais desafiadoras do Brasil. A prova começa ainda de madrugada, na Praia do Leme, e termina apenas horas depois, já durante o dia, na Praia do Pontal. No percurso, os atletas enfrentam correntezas, ventos, mudanças climáticas, frio, desgaste físico e mental — além da necessidade constante de leitura do mar e das condições ao redor.
Para Clarice, esse desafio vai muito além da resistência física. A preparação envolve uma equipe multidisciplinar atuando para manter a mente e o corpo sadios. Atualmente, seus treinos ultrapassam 30 km semanais, incluindo longas sessões em águas frias, represas e mar aberto, justamente para simular situações adversas e desenvolver adaptação física e emocional.

Mas talvez a parte mais interessante da história esteja na forma como ela descreve sua relação com a água.
“Estar na água é como voar. É uma sensação de liberdade.”
E é justamente essa conexão que aproximou a atleta da IARA.
A IARA acredita que água também é cuidado, prevenção e responsabilidade. Assim como Clarice precisa entender o comportamento do mar para tomar decisões durante uma travessia de 12 horas, condomínios e empresas também precisam compreender o comportamento da água em seus reservatórios para evitar desperdícios, falhas e situações inesperadas.
Monitorar é antecipar. É perceber sinais antes que eles se transformem em problemas.
Por isso, fazer parte dessa jornada vai muito além de apoiar uma atleta. Existe uma conexão genuína entre os valores da Clarice e os valores da IARA: respeito à água, consciência ambiental, prevenção e inteligência na tomada de decisão.

Ao longo de um mês, a IARA acompanhará a preparação da atleta para esse desafio histórico. E assim como no mar, seguimos acreditando que grandes resultados nascem da combinação entre preparo, tecnologia, resiliência e confiança.
O desafio ocorre entre os dias 12 a 18 de junho de 2026. Quem quiser acompanhar a preparação, bastidores e novidades sobre a travessia poderá seguir Clarice pelas redes sociais nos próximos meses. 💧🏊♀️
Instagram da Clarice: https://www.instagram.com/claricehashi
Instagram da LPSA: https://www.instagram.com/swimlpsa





